Como chegámos aqui
Da folha de cálculo isolada a uma análise que pode ser questionada, revista e compreendida.
Uma necessidade concreta
A Quenilbora foi criada para responder a um problema recorrente: avaliações tecnicamente densas, mas difíceis de explicar quando chegam ao comité ou à revisão de conformidade.
O método ganhou forma
O método interno passou a separar enquadramento, teste e documentação. Essa sequência permite comparar fluxos de caixa descontados, transações comparáveis e premissas de saída sem misturar factos com julgamentos.
Uma prática em evolução
A prática atual combina revisão técnica, diálogo entre funções e registos preparados para escrutínio. Continuamos a aperfeiçoar o processo sem transformar incerteza em falsa precisão.
O que orienta o nosso trabalho
Princípios que mantêm a análise clara quando os dados são incompletos, as hipóteses divergem e o escrutínio aumenta.
Evidência primeiro
Construímos conclusões a partir de dados identificáveis, relações económicas coerentes e cálculos que outra pessoa consegue rever. A sofisticação do modelo não substitui a qualidade da evidência.
Rastreabilidade
Coerência financeira
Tratamos o fluxo de caixa descontado como uma ferramenta, não como uma resposta automática. Taxas, períodos, crescimento e sensibilidades devem corresponder à realidade analisada.
Comparabilidade real
Cenários explícitos
As hipóteses de saída são apresentadas como cenários condicionais, não como destinos previsíveis. Explicamos o que sustenta cada possibilidade e onde a conclusão se torna vulnerável.
Franqueza técnica
Clareza partilhada
Revisão contínua
Revisitamos o processo quando surgem novos dados, objeções ou mudanças materiais. Uma análise responsável deve permanecer aberta à correção e reconhecer que resultados variam.
As pessoas por trás do método
Uma equipa multidisciplinar combina análise financeira, revisão de transações e disciplina documental. Cada profissional traduz uma parte do problema sem esconder as ligações entre dados, hipóteses e decisão.
Marta Sofia Almeida
Responsável principal por avaliações
Áreas de especialidade
Coordena avaliações complexas e transforma questões estratégicas em modelos que podem ser examinados por direção, finanças e conformidade. A sua prática privilegia pressupostos explícitos e conclusões proporcionais à evidência.
Competências essenciais
João Miguel Ferreira
Especialista em transações comparáveis
Áreas de especialidade
Examina transações comparáveis e testa se os múltiplos usados descrevem realmente ativos semelhantes. O seu trabalho procura diferenças materiais em escala, crescimento, margem, estrutura e momento de mercado.
Competências essenciais
Inês Catarina Ribeiro
Especialista em hipóteses operacionais
Áreas de especialidade
Liga a avaliação à realidade operacional do ativo, examinando como receitas, custos, investimento e liquidez sustentam uma hipótese de saída. Questiona narrativas elegantes que não resistem aos fluxos económicos.
Competências essenciais
Ricardo Manuel Costa
Diretor de operações e conformidade
Áreas de especialidade
Estrutura a revisão documental para que decisões importantes tenham contexto, responsáveis e limitações visíveis. Coordena contributos de diferentes áreas e assegura que a linguagem permanece precisa durante cada revisão.
Competências essenciais
Torne o raciocínio verificável
Antes, muitas avaliações terminavam num valor isolado e numa folha difícil de defender. Agora, pode trabalhar com uma análise que mostra como cada premissa influencia a conclusão, onde a sensibilidade aumenta e quais os pontos que exigem validação adicional. A nossa equipa acompanha a construção do raciocínio através de um método interno em três etapas: enquadrar a questão decisória, testar os dados e documentar cenários. O resultado não é uma promessa de desempenho. É uma base mais clara para discussão, revisão e aprovação interna. Começamos por compreender o ativo, o horizonte considerado, a informação disponível e o nível de escrutínio necessário. Depois comparamos fluxos de caixa descontados, transações comparáveis e hipóteses de saída sem tratar qualquer técnica como resposta universal. Por fim, organizamos conclusões, limitações e perguntas em linguagem que diferentes intervenientes conseguem examinar. Porque um modelo sofisticado continua a ser frágil quando ninguém consegue explicar as suas entradas. Se está a rever uma avaliação, a preparar um comité ou a reforçar a documentação de uma decisão, fale connosco. Diga-nos qual é a questão, que dados existem e onde a incerteza está concentrada. Responderemos com clareza sobre o que pode ser analisado, o que precisa de ser confirmado e qual o próximo passo proporcional. Resultados variam, e nenhuma análise elimina a incerteza inerente aos mercados.
Falar connosco